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TESTEMUNHO EX TRAVESTI – [IMPACTANTE] Pr. Joide Miranda

O testemunho do pastor Joide Miranda é a prova real de que existe restauração para a identidade sexual de uma pessoa que vive na homossexualidade. Compartilhe este testemunho com mais pessoas!

Joide teve uma vida muito difícil. Ele foi estuprado aos 6 anos por um homossexual e viveu várias outras tragédias: pai ausente, violento e alcoólatra; abuso sexual de um pai de santo, opressão espiritual nas religiões afro-brasileiras e uma vida de prostituição homossexual no Brasil e na Itália e França. Mas em meio a uma vida destruída, a luz de Jesus entrou, trazendo graça, esperança, cura, perdão e restauração!

Ele lançou o livro “A intimidade de um ex-travesti”, onde conta seu testemunho completo com fotos de Antes e Depois dessa incrível transformação. Para adquirir o livro, o DVD do testemunho Ex travesti ou a mensagem “Paternidade” do Pr. Joide Miranda, envie um email – vendas@ministeriojoidemiranda.com ou pelo Whatsapp – (65) 8125-8611. Curta a página do seu ministério no Facebook – https://www.fb.com/MinisterioJoideMiranda

Joide faleceu no dia 12 de junho de 2016, em Cuiabá, vítima de uma parada cardíaca decorrente de um problema no fígado. Ele está com o Senhor Jesus, mas o seu testemunho permanece vivo e todos nós temos o dever de continuar anunciando que Jesus cura, liberta e restaura. Ele é o mesmo ontem, hoje e eternamente! (Hebreus 13:8).

Veja abaixo sua entrevista para o jornalista Julio Severo:

PERGUNTA – Qual foi a causa de sua entrada na prática homossexual?

R: Foi a ausência paterna e abuso sexual. O meu pai era um homem extremamente violento e alcóolatra, e aos 6 anos de idade fui abusado sexualmente por um advogado que morava de frente para minha casa. O abuso continuou por um ano. No dia que aconteceu o abuso, cheguei em casa assustado e com muita vontade de compartilhar com alguém, mas não tive um pai presente e amigo. Meu pai estava deitado no sofá alcoolizado. Aquele que era para ser meu herói e amigo, era pra mim dentro de casa um inimigo.

PERGUNTA – O que te deixava mais inquieto na prática homossexual?

R: A insatisfação. Eu sempre buscava uma felicidade verdadeira, mas nunca encontrei. Minha felicidade era momentânea, externando aquilo que na verdade meu interior desejava. No final das noitadas, quando nos reuníamos em quatro paredes, o comentário que muitos diziam era: “que vida miserável é esta que estou vivendo”.

PERGUNTA – Há uma ideia imposta hoje de que a psicologia pode e dever ser usada para manter homens nas práticas homossexuais, mas não pode ser usada em favor do homem que quer sair dessas práticas. O que você acha?

R: Isso é um absurdo! Vivemos em um país que se diz ser “democrático” (sabemos que não é), onde as pessoas deveriam ter liberdade de ir e vir, porém nem todos têm essa liberdade, principalmente as pessoas que voluntariamente querem deixar o estado da homossexualidade. Eu fui acompanhado durante 3 anos por uma psicóloga, que ajudou a encontrar-me com a verdadeira identidade com a qual eu nasci. Fui acompanhado por uma pastora e por uma psicóloga. As duas coisas precisam andar juntas.

PERGUNTA – Você crê que Deus liberta os homossexuais sem psicologia?

R: Com certeza. O poder de Deus não é limitado a recursos humanos. Creio que ele usa a psicologia, mas ele pode trazer restauração sem um acompanhamento psicológico também. Conheço pessoas que nunca foram a psicólogos e são totalmente restauradas em sua identidade sexual. Dois exemplos: o Pr. João Carlos Xavier de Cabo Frio e o missionário Antônio do Rio de Janeiro. Na minha opinião, a psicologia deve andar junto com a Palavra de Deus, caso contrário não há efeito.

PERGUNTA – Há uma grande afinidade entre religiões afro-brasileiras (candomblé, por exemplo) e homossexualidade. Por exemplo: o deputado gayzista Jean Wyllys disse que foi guiado por exus para entrar na política. Luiz Mott, o líder máximo do movimento homossexual no Brasil, é também simpatizante das religiões afros. O que você acha dessa relação?

R: Esta afinidade é uma grande verdade, pois as religiões afro-brasileiras não se importam com a sexualidade do seu membro. Quando passei pelo espiritismo (umbanda, candomblé), todos os pais e mães de santos que conheci tinham envolvimento com o homossexualismo, inclusive na infância fui abusado por um pai de santo. Na época isso era normal.

Leia a entrevista completa. CLIQUE AQUI – https://goo.gl/2Or3sO

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